5 curiosidades chocantes sobre Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é um daqueles filmes que chamam a atenção pelo tamanho do universo que apresentam. Dirigido por Luc Besson, o longa mistura ficção científica, aventura, criaturas extraterrestres e cenários visualmente impressionantes. Mas, por trás de tudo isso, existem algumas curiosidades que tornam essa produção ainda mais interessante.
Se você já assistiu ao filme, talvez tenha percebido alguns desses detalhes. Outros, porém, mostram o tamanho da ambição envolvida na criação desse universo. Separei cinco curiosidades que valem a pena conhecer!

1. O filme custou quase 200 milhões de euros
Quando assistimos a uma produção como Valerian, é fácil perceber que não estamos diante de um filme simples. Os cenários, as criaturas e os efeitos visuais deixam isso bem claro. Mas o que impressiona ainda mais é saber que o orçamento estimado chegou a aproximadamente 197 milhões de euros. Esse valor fez do longa uma das produções francesas mais caras já realizadas. É um investimento gigantesco, principalmente quando pensamos na quantidade de elementos que precisaram ser criados para dar vida à história.
Apesar de toda essa grandiosidade, o filme não conseguiu recuperar seu investimento nas bilheterias mundiais, tornando-se um exemplo de como nem mesmo uma produção visualmente ambiciosa tem sucesso comercial garantido.
2. O universo do filme exigiu centenas de páginas de planejamento
Uma das coisas que mais chamam a atenção em Valerian é a diversidade de criaturas e espécies que aparecem ao longo da história. Cada uma parece ter suas próprias características, e isso ajuda a transmitir a sensação de que estamos conhecendo apenas uma pequena parte daquele universo. Para desenvolver esse mundo, Luc Besson teria preparado cerca de 600 páginas de descrições relacionadas às espécies alienígenas. A produção apresenta aproximadamente 200 espécies diferentes, o que ajuda a entender a quantidade de trabalho envolvida.
Pensar que tantos detalhes foram planejados antes de chegarem às telas torna a experiência ainda mais interessante. Afinal, criar um universo de ficção científica vai muito além de imaginar planetas bonitos: é preciso fazer com que tudo pareça ter sua própria identidade.
3. O Grande Mercado tem cinco milhões de lojas
Uma das sequências mais interessantes do filme é a do Grande Mercado, um lugar em que diferentes espécies podem comprar e negociar produtos. O detalhe é que esse mercado funciona em uma dimensão paralela, permitindo que seus visitantes interajam com aquele ambiente mesmo estando fisicamente em outro lugar. E tem um número impressionante por trás dessa ideia: o mercado foi descrito como tendo cinco milhões de lojas, distribuídas por uma estrutura com centenas de níveis.
É o tipo de detalhe que mostra a criatividade envolvida na construção desse universo. A sequência não serve apenas para apresentar um lugar diferente, mas também para explorar uma possibilidade tecnológica que combina perfeitamente com a proposta de ficção científica do filme.

4. As gravações com Rihanna exigiram uma verdadeira operação de agenda
Rihanna interpreta Bubble, uma artista capaz de assumir diferentes aparências durante suas apresentações. Mesmo aparecendo em uma parte relativamente pequena da história, a personagem acaba sendo um dos momentos mais diferentes do filme. Nos bastidores, porém, conseguir conciliar a agenda da cantora com as filmagens foi um desafio. Luc Besson comentou sobre a dificuldade de organizar os horários da estrela, comparando sua agenda à de um presidente.
É curioso pensar que, em uma produção que precisou criar mundos inteiros e imaginar tecnologias futuristas, um dos desafios também estava em algo tão comum quanto encontrar horários disponíveis para gravar.
5. A HQ que inspirou o filme surgiu antes de Star Wars
Talvez esta seja uma das curiosidades mais interessantes para quem gosta de ficção científica. A história em quadrinhos francesa Valérian e Laureline, criada por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières, começou a ser publicada em 1967. Isso significa que ela surgiu dez anos antes da estreia do primeiro Star Wars, em 1977. Ao longo dos anos, a obra foi apontada como uma possível influência visual para outras produções de ficção científica. Existem semelhanças entre algumas ideias e elementos visuais desses universos, mas isso não significa que George Lucas tenha confirmado ter copiado a HQ.
De qualquer forma, é interessante descobrir que as aventuras de Valerian e Laureline já exploravam mundos futuristas e viagens espaciais muito antes de algumas das franquias mais famosas do gênero chegarem aos cinemas.
Um universo que vai além das telas
Conhecer essas curiosidades ajuda a perceber o tamanho da ambição de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas. Mesmo que a história não funcione tão bem para todos os espectadores, como acontece com qualquer filme, é difícil ignorar o cuidado dedicado à construção visual desse universo.
Para mim, uma das coisas mais interessantes de conhecer os bastidores de uma produção é descobrir tudo o que existe por trás daquilo que vemos na tela. Às vezes, um detalhe sobre a criação do filme acaba despertando ainda mais curiosidade do que a própria história.
E você, já conhecia alguma dessas curiosidades sobre Valerian e a Cidade dos Mil Planetas?









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